claro.
 É fácil amar o que parece certo mas vai amar o desvio amar a não-exclusividade o excesso de clareza. Ouço do flamboyant a sua origem e o pau que ela achou lindo atravessa meu coração.O dia cai. Vês aquela réstia de luz move-se como a mão dela no pênis perfeito de um estranho. [as minhas estão cerradas] Sofro de uma espécie ausente de ciúme latejo o invisível ao lado oposto do que poderia. O quarto quente de hotel três depressivos ou bipolares como há o costume-sopro de um dia só. Sou o fantasma de um dia só. As festas da delicadeza se manifestam em jatos de vômito. O que fazer se o flamboyant sobrepõe-se à casa em ruínas. Ele não sai dos meus olhos. Nunca mais. Nem de luto chegando nem de luto partido. A ordem secreta de nítida desordem. Clara como o incesto.
Escrito por copyright by jorgeana braga às 15h37
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