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Foto: Beto beot. A destruição do amor é mantida por 8 gerações...o mar te trouxe até mim; nem casas em ruínas ou casarões antigos guardariam minhas vidas porque me sobra ser o isso-resto. A memória não-sentida dos lugares em que me habitavas transforma o chão o sangue alegre em sobra opaca do que eu não sabia. Eu nunca sei. É essa a minha missão. Inicio as coisas acreditando no isso é possível. O chão existe bem mais que nós, o chão, o pedacinho de chão no meu quarto, ao lado da cama, quando o vejo ele detem o que chamei delicadamente de redenção. Sou veículo apenas não o fim, sou a atividade-meio não a atividade-fim, meio que fez teu coração redescobrir a anti-morte, o coração natimorto encerrado na torre mais alta de algum país, batendo, batendo, batendo,batendo...batendo. O-que-sinto-toda-idiossincrasia-o-que-sentes, possui um tempo. Não responde como sopro imortal do teu amor-diamante. O meu morre em ti e não atravessa sepulturas e crematórios. Por vezes não atravessa nem meu corpo, sequer percebe que meu coração é uma porta sem porta.
Escrito por copyright by jorgeana braga às 22h36
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