Dyl setembro e a pertodistância.

é tão vívido na minha memória o nosso primeiro encontro que ainda sou aquela menina perdida desenhando sóis e luas no chão de areia no fim de mundo bar. e tu ainda é o olhar quente e morno e a aquiescência perfeita. se olhares para o céu, aí, onde te encontras o meu sinal de fumaça estará presente nesse início de setembro. eu-tu e nossa fuga da luz.
Evoé baco!
Escrito por copyright by jorgeana braga às 18h47
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